Vale para as três formas de instalar o QualiLab no seu assistente: a extensão .mcpb do Claude
Desktop, o plugin do Claude Code/Cowork e o plugin do ChatGPT/Codex. Todas rodam o mesmo servidor,
na sua máquina.
Nada. Não há telemetria, análise de uso, relatório de erro remoto ou identificador de instalação. O servidor não faz nenhuma requisição de rede — nem para o QualiLab, nem para terceiros, nem para verificar atualização.
Apenas arquivos .qualilab dentro da pasta que você indicar na instalação (por padrão,
QualiLab na sua pasta de usuário). Não lê outros formatos, não percorre outras pastas e não
aceita caminho vindo do modelo: as ferramentas só abrem projetos que já apareceram na listagem
daquela pasta.
Nada. As nove ferramentas são de leitura. O seu arquivo .qualilab não é alterado, e o pacote
não cria arquivo, cache ou índice em disco. Cada projeto é lido para a memória quando você manda
abrir, e some quando o programa fecha.
Para o assistente que você escolheu — Claude ou ChatGPT — como parte da conversa, e só o que as ferramentas devolverem: os trechos que ele pedir, não o arquivo inteiro. Esse material fica sujeito à política de privacidade e aos termos do fornecedor que você já usa; o QualiLab não é parte dessa relação, não vê a sua chave e não intermedeia nada. Não existe servidor do QualiLab no caminho.
Se o seu corpus não pode sair da sua máquina de jeito nenhum, então ele não pode ir para um assistente em nuvem — nem por aqui, nem colado numa caixa de texto. Essa decisão é anterior a este pacote.
As faixas que você marcou como sensíveis no QualiLab chegam ao modelo mascaradas com █, aplicadas
dentro do servidor, antes de qualquer busca, recorte ou contagem. A máscara preserva o
comprimento do texto, então as posições continuam válidas. Os códigos de censura, os trechos que os
aplicam e os memos que os definem ficam fora do que é servido — eles diriam onde estava o quê.
Onde isso é uma fronteira real: no chat do Claude Desktop (a extensão .mcpb). Ali o modelo não
tem acesso ao seu disco, e o único caminho até o corpus é o servidor — que sempre mascara.
Onde não é, e isso precisa ser dito: em clientes agênticos (Claude Cowork, Claude Code,
ChatGPT/Codex) o modelo tem ferramentas de arquivo próprias, e o .qualilab é um formato de
trabalho que carrega o texto cru. Se o assistente abrir o arquivo por fora — em vez de usar
estas ferramentas — ele lê sem máscara. O servidor é o caminho conveniente e correto, não uma
tranca. Nessas superfícies, trate a censura como uma convenção respeitada pelo assistente, não como
uma garantia técnica; se a garantia for indispensável, use a extensão .mcpb no chat do Claude
Desktop.
Títulos de documento, valores de categoria e memos comuns vão como estão. O QualiLab não anonimiza o corpus: ele mascara as faixas que você marcou. Se um nome está no título do documento, ele viaja.
Licença MIT, e o servidor tem três arquivos sem dependência nenhuma — dá para ler o que ele faz,
aqui mesmo, em plugins/qualilab/server/. Ele é gerado a partir de um
repositório privado, onde o núcleo é extraído do próprio código do aplicativo QualiLab e cada
mudança é verificada por um cliente MCP real.
Dúvida ou problema de privacidade: abra uma issue.